segunda-feira, 3 de maio de 2010

CHOCOLATE: a justificativa para desejá-lo é realmente verdadeira???

Oi gentemmmmmmmmm!!! Tudo bem???? Esse final de semana estava passeando no Rio de Janeiro, com direito à muito sol, calor, caminhadas enormes por Copacabana, Ipanema, Leme, Barra da Tijuca, com direito é claro à água de côco e esses sorvetes de iogurte que me matam!!! Como são bons, afeeee!!! E lá no Rio tem várias franquias diferentes, tinha até o YogoAlex, numa portinha na Av. Nossa Senhora de Copacabana... tem que se aproveitar as oportunidades, não é mesmo???? Hahahahaha!!!! Mas prometo que esse post sobre os sorvetes de iogurte eu faço em breve!!!
Bom, lógico que minha viagem ao Rio teve até biscoito de polvilho Globo (lógico, ir pro Rio e não comer Globo não dá!!!). Mas sabe, nessa viagem eu mal e mal tomei um leite com achocolatado pela manhã... e eu nem lembrei que chocolate existia!!! Mas para algumas pessoas, o chocolatinho faz parte integrante da vida e sem ele a pessoa entra em síndrome de abstinência... mas será mesmo????

No site http://www.nutritotal.com.br/ foi colocada uma matéria sobre o chocolate... reproduzo e deixo comentários pertinentes (e infelizes) em negrito!!!!

É fato que comer chocolate produz uma sensação de bem-estar incomparável com nenhum outro doce (será mesmo??? Poxa, para quem ama uma torta de limão, um pavê de abacaxi, a sensação não seria a mesma??? Questiono muito essa afirmação...). Muitas vezes o chocolate é visto como uma válvula de escape, um alívio, ou até uma compensação (ahhhh, isso é verdade verdadeira!!! Quantas mulheres de coração partido não partem para uma barrinha de chocolate??? Ou vão ao cinema ver filmes românticos com uma barrinha de chocolates??? É, a válvula de escape existe e eu percebo muuuito isso!!).
Mas todas essas motivações são suficientes para o seu consumo exagerado?
O chocolate é um alimento com alto teor de gordura (incluindo aí a gordura saturada!!!) e de alta densidade energética (poxa, uma barrinha pequena tem quase o mesmo valor calórico que um pãozinho, gente!!!). Sendo assim, deve ser consumido com muita moderação, especialmente se a intenção é manter uma dieta equilibrada (sem nazismos, porém sem extrapolar!!! Se eu comer uma barrinha de chocolate pequena todos os dias, vai totalizar aproximadamente 46720 calorias/ano!!! Ééééé, a rapadura é doce, mas não é mole não!!! Ou melhor dizendo: o chocolate é doce e derrete na boca mas o resultado não é meio amargo não.... (afe, paródia horrorosa!).   
Se consumido em excesso, pode contribuir para o aumento do peso e para complicações cardiovasculares”, alerta a nutricionista e consultora do departamento de nutrição da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (ABESO), Mariana Del Bosco. >>> é amiga nutri, arrasou nas considerações! 
Entretanto, alguns ingredientes do chocolate, especialmente do tipo amargo, podem ser destacados como benéficos. O bom chocolate, produzido com manteiga de cacau e contendo 60% de cacau sólido, no mínimo, é tão delicioso, forte e caro, que pequenas quantidades são suficientes para satisfazer a vontade de comê-lo. Poxa, temos vários exemplos gostosíssimos de chocolate amargo, como o chocolate amargo da Kopenhagen, Hershey’s Dark, Talento Intense com Amêndoas, Dark & Soft Lacta, Nestlé Classic Zero)... é só querer fazer com que o chocolate te traga benefícios e não excesso de peso!!!!
Quanto maior o teor de cacau, maior a quantidade de flavonóides, como a catequina, por exemplo, que tem uma importante ação antioxidante e poder de combater os radicais livres. Dessa forma, previnem o envelhecimento e conferem proteção cardiovascular. >>> viu??? Chocolate AMARGO!

Uma teoria bem comum que justifica o consumo exagerado do chocolate diz que aumenta os níveis de serotonina, hormônio responsável por melhora no humor e sensação de bem-estar. Isso por que a ingestão de carboidratos aumentaria a quantidade de triptofano, precursor da substância no cérebro.
“A verdade é que carboidratos com alto índice glicêmico são mais propensos a promover a síntese da serotonina e de seus consequentes benefícios. Contudo, o chocolate contém proteínas e gorduras que reduzem seu índice glicêmico em relação aos outros doces”, explica Mariana. >>> pois é, existem algumas combinações de alimentos menos calóricas, mais saudáveis e fantásticas para dar uma controlada nessa vontade louca de comer doces e melhorar a questão do bem-estar....  

Chocaholic
Termo utilizado frequentemente, chocaholic, ou chocólatra, indica a necessidade de alguns indivíduos de consumir o chocolate ou algum alimento que tenha o produto em sua composição. O ideal, e até mesmo necessário, é permitir que estas pessoas incluam pequenas doses diárias ou estipulem uma frequência semanal para o consumo. >> isso significa 3 a 4 quadradinhos no máximo ou 01 bombonzinho, por exemplo, sempre tentando-se optar por chocolates com menos teor de açúcar e gordura e teores mais elevados de cacau.
Diversos autores de pesquisas estimam que 40% das mulheres apresentam um comportamento chocaholic e, deste total, a grande maioria não satisfaz esta necessidade com qualquer outra substância que não seja o próprio chocolate.
“Acredita-se que o consumo de chocolate pelas mulheres possa ser modulado pelas flutuações hormonais. Na fase pré-menstrual, com a alteração nos níveis de estrógeno e progesterona, parece haver um maior consumo de doces e gorduras”, comenta a nutricionista. Algumas evidências sugerem que os níveis de serotonina estão mais baixos no período que antecede a menstruação, o que levaria a maior busca de doces e alimentos palatáveis.>>> realmente é o que a gente encontra no consultório com bastante frequência... na TPM a vontade algumas vezes é incontrolável! Por isso que atividade física, disciplina ajudam também, juntamente com a escolha de um chocolate menos calórico.
Minhas dicas foram dadas!!! Nada como ter uma alimentação equilibrada, não ter cabeça vazia (que é oficina do diabo) e manter o coração ocupado!

Fontes:
Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Balas e Derivados – ABICAB. Disponível em http://www.abicab.org.br. Acessado em 12/04/2010.

Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica – ABESO. Disponível em http://www.abeso.org.br. Acessado em 09/04/2010